
Neste momento estou a trabalhar e a ouvir Bach. Escrevo ao mesmo tempo. É possivel combinar o sublime com o trivial? Cada vez mais acho que treino-me na abstração. Talvez seja um bom caminho. Separar conversas e acções em camadas. Estratificar, seguindo caminhos diferentes, como a mão esquerda e a mão direita no piano.
Complexificar o conjunto, simplificando as unidades.
Será que o meu raciocínio ou antes a maneira como estruturo o pensamento pode realizar-se de outra(s) forma(s)?